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Futuras Enfermeiras

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Ana Caroline,Joana Darc, Nivia Maria e Renata Miranda. Somos acadêmicas de Enfermagem da Faculdade Leão Sampaio em Juazeiro do Norte - CE.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010

ESPERANÇA PARA A CURA DOS LINFOMAS

O câncer produz alterações em regiões específicas do genoma, que conferem as células à capacidade de se multiplicar rapidamente ou não morrer quando deveriam, caracterizando tumor.

Fonte: Revista Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

HIPERTENSÃO EM ADOLESCENTES

Males relacionados à hipertensão, como cardiopatias, acidentes vasculares e obesidades, estão entre as doenças que mais matam no mundo. Devido a alta incidência, muitos estudos têm sido feitos, e o que verifica é que essas doenças começam na infância e na juventude.

Fonte: Revista Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.
 

Exposição Crônica

Nos botos, o mercúrio pode provocar lesões no fígado e redução da imunidade, o que facilita infecção por micro-organismos patogênicos e pode causar danos neurológicos aos fetos.
Em humanos o mercúrio representa elevado risco, principalmente pra mulheres grávidas, devido à facilidade com que atravessa a placenta podendo causar danos neurológicos no feto. Outros efeitos em humanos incluem distúrbios renais e neurodegenerativos.
 
Fonte: Revista Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

Problemas de Memória

Resultados mostram que as mulheres que sofreram negligência física na infância apresentam pior desempenho de memória. A negligência física pode afetar o desenvolvimento de áreas neuronais ligadas à memória.

Fonte: Revista Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

RESGATE PELA MEDICINA

A apneia do sono tipo obstrutivo é uma doença que causa falta de ar durante o sono, fazendo com que a pessoa desperte repetidas vezes durante a noite e fique sonolenta de dia.

Fonte: Revista Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.
 

Maconha e Câncer: SIM













Essa droga comprovadamente causa danos ao material genético. Sem jargão e eufemismo: aumenta bastante o risco de câncer.


Fonte: Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

Down e Câncer

Portadores de Síndrome de Down que tem cópia extra, totalizando 03 alelos, do cromossomo 21, tem menos riscos para cânceres de tumor sólido.


Fonte: Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

Moscas e Alcoolismo

Graças às moscas-das-frutas e aos ratos, descobriu-se que as drogas comerciais contra o câncer poderão ser usadas para tratar dependência química.
A ligação inusitada entre as drogas e a resposta ao álcool é um gene recém descoberto nas moscas-das-frutas.

Fonte: Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

Mecanismo da Asma

Pesquisadores do imperial College of London descobriram que as vias aéreas sofrem uma remodelação à medida que o pulmão da pessoa responde a presença de partículas de poeira, pólen, mofo.
 
Fonte: Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

CABELOS: BRANCOS E QUEDA

Cabelos ficam brancos com a idade e com o estresse, isso se deve ao acúmulo de danos no material genético das células-tronco em melanócitos (CTM), responsáveis pela pigmentação dos cabelos.
 
Fonte: Darwin e a Evolução – 261; Vol: 44, Julho-2009.

VACINA CONTRA AIDS: DESAFIOS E ESPERANÇAS

Um dos maiores desafios encontrados no combate ao HIV está no fato de esse agente infectar células que exercem um papel central na defesa do organismo.
Existem basicamente dois tipos de vacina:
01. A preventiva, que cria uma “memória” imunológica que, quando requisitada combate o agente infeccioso;
02. A terapêutica, que diminui parcial ou completamente o progresso da doença.

Fonte: Darwin e a Evolução – 261; VOL: 44, JULHO-2009.

Úlcera - Úlcera de pressão e estado nutricional

Avaliam que a nutrição inadequada afeta o sistema corporal, podendo levar a perda de peso, além de ser um dos fatores mais relevantes na etiologia das ulceras de pressão.
Foram identificados que as proteínas sendo nutrientes relacionados como sistema imunológico acarreta lesões de pele e músculo, além de dificultar o processo de reparação dos tecidos lesados.
Encontraram que em deficiência de vitaminas ocorre interferência no processo de cicatrização, além de haver diminuição na síntese de colágeno e elastina, ocasionando maior prejuízo aos portadores de doenças crônicas.
Avaliam que a restrição ao leite, a incontinência urinária ou fecal ou ainda uma nutrição deficiente podem colocar o individuo em risco para a ulcera de pressão.
Encontraram que o rompimento da estrutura normal da pele em pacientes, bem como o comprometimento de sua função caracteriza a ulcera de pressão.
Informaram que o estado nutricional do cliente é essencial para obtenção de dados relacionados ao risco de integridade diminuída da pele.
Concluíram que as alterações do estado nutricional e risco para a presença da ulcera de pressão podem ser mais freqüentes em pacientes hospitalizados, tratados no domicilio ou em centros de reabilitação e portadores de doenças crônicas.

Alzheimer - Estado nutricional da doença de Alzheimer

Foram identificados com estudos epidemiológicos, a prevalência de demência de 7,1% em idosos na comunidade, sendo 3% com doença de Alzheimer.
Avaliam a influência dos aspectos nutricionais no processo de envelhecimento, na demência até a sua possível ação no retardo das disfunções e alterações degenerativas inerentes a idade.
Informaram que os idosos com demência apresentam perda ponderal importante e são inúmeras as hipóteses que explicam a perda de peso nesses casos: atrofia do córtex temporal mediano e elevado gasto energético, levando a redução da massa muscular, perda da autonomia e dependência funcional.
Encontraram na maior parte dos idosos estado nutricional de eutrofia, com consumo dietético adequado e carboidratos, proteínas, lipídeos e vitamina C, embora com baixo consumo alimentar de vitamina E.
Foram identificados que as desordens cognitivas e de comportamento podem comprometer a nutrição, tais como dificuldades de mastigação e deglutição, de deslocamento para o preparo das refeições e desordens comportamentais que tornam os idosos distraídos e lentos durante as refeições, comprometendo hábitos alimentares adequados. 
Concluíram revelando a importância de se proceder uma avaliação nutricional ao idoso com doença de Alzheimer precocemente, principalmente por se tratar de uma doença que o torna progressivamente incapacitados para a realização de suas atividades rotineiras, com a aquisição e preparo de refeições e o ato de alimentar-se.

domingo, 18 de abril de 2010

Neoplasias


É uma proliferação local de clones celulares atípicos, sem causa aparente, de crescimento excessivo, progressivo e ilimitado, incoordenado e autônomo, irreversível, e com tendência a perda de diferenciação celular.

CARACTERÍSTICAS:
Progressividade - Crescimento tecidual excessivo e incoordenado, e de intensidade progressiva.
Independência - Ausência da resposta aos mecanismos de controle. Autonomia.

Irreversibilidade - Ausência de dependência da continuidade do estímulo.

COMPORTAMENTO:
Dependendo do comprometimento orgânico e geral produzidos pela neoplasia, ela é classificada em:
* Benigna - geralmente pouco agressiva e relativamente inofensiva (relação semelhante à das hiperplasias com o organismo hospedeiro);
* Maligna - muito agressiva, representando uma ameaça potencial à vida (relação semelhante à dos parasitos com o organismo hospedeiro).
* Potencialmente malignos, ou de malignidade duvidosa - são neoplasias cuja classificação em benigno ou maligno é muito difícil, tanto por se tratar de neoplasias com características benignas e malignas simultaneamente, quanto por poderem se tratar de neoplasias benignas em franco processo de malignização.

É importante considerar que a agressividade/malignidade pode variar, inclusive com a ocorrência de neoplasias histologicamente malignas e clinicamente se comportando como benignas (e vice - versa). Um outro aspecto que se deve ter sempre em mente é que mesmo uma neoplasia benigna pode evoluir negativamente para o êxito letal

* Localização em órgãos vitais - mesmo uma neoplasia benigna, de crescimento lento, circunscrito e absolutamente desprovido de capacidade invasiva, quando localizada dentro do crânio, ou no coração ou na aorta, acabam por determinar complicações tais (atrofia compressiva de órgãos essenciais, obstrução de fluxos fisiológicos, e predisposição às infecções) que freqüentemente levam à morte.
* Disendocrinias - uma neoplasia de glândulas endócrinas, mesmo de comportamento benigno (as neoplasias malignas raramente são bastante diferenciadas para secretar hormônios, e com freqüência levam a hiposecreção) pode acarretar inúmeros problemas para o organismo, em virtude de hipersecreção.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Broncopneumonia

É um processo inflamatório agudo ou crônico que envolve brônquios, bronquíolos, alvéolos e parênquima pulmonar. Usualmente provocada por doenças, tais como: bronquite, coqueluche, difteria, erisipela, febre tifóide, sarampo e varíola. é acompanhada de febre alta, dores no corpo, falta de ar, tosse compulsiva e expectoração por vezes acompanhada de sangue.
Os agentes responsáveis são: Staphylococcus, Streptococcus e H.Influenza Consolidação em placas, usualmente bilateral e atinge mais os lobos inferiores. As complicações são: Abscesso, Empiema e Disseminação. Basicamente, pneumonias são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contacto do ar com o sangue. Diferentes do vírus da gripe, que é altamente infectante, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente.
O tratamento feito com, antibioticoterapia, antiinflamatório, fluidoterapia, broncodilatadores, expectorante, antipirético e complexo vitamínico.

Deve-se evitar alimentos e bebidas geladas, produtos derivados de cacau, lacticínios alimentos gordos, ambientes úmidos e com pó e também consumir abundantemente mel, geléia real e pró polis.

Salpingite


A salpingite é uma infecção e inflamação das trompas de Falópio (tubos que ligam o útero aos ovários), e cuja função é conduzir os espermatozóides do útero até aos ovários e os óvulos/ovo dos ovários até ao útero. A inflamação pode ser aguda (quando tem inicio súbita e curta duração) ou crônica (quando se mantém por um longo período de tempo).

A salpingite é causada frequentemente por bactérias ou vírus com origem na vagina, colo do útero e útero, que ascendem até as trompas. Algumas das possíveis causas são: Doença inflamatória pélvica (DIP), doença que afeta todos os órgãos da pélvis, Doenças sexualmente transmissíveis (DST), como a clamídia ou a gonorréia, Procedimentos ginecológicos como laparoscopia, colocação de um DIU (dispositivo intra-uterino), biópsia do endométrio ou curetagem, Parto, aborto ou interrupção de gravidez, Bactérias que estão normalmente presentes na vagina.

As manifestações clínicas da salpingite variam de acordo com a causa e a gravidade. Incluem: corrimento vaginal abundante e com cheiro característico; dor abdominal; náuseas, vômitos e diarréia; hemorragia menstrual anormal; uretrite com disúria; febre, calafrios; dor lombar com irradiação para membros inferiores.

O diagnóstico é baseado nos sintomas e na história clínica. Deve realizar-se um exame pélvico ginecológico para pesquisar dor abdominal, corrimento vaginal e edema. Podem ainda ser pedidos alguns exames complementares como: Uma salpingografia; análises ao sangue (pesquisar presença de infecção) e à urina; exame cultural do exsudado vaginal; laparoscopia diagnóstica.

O tratamento deve ser precoce e rápido, de modo a prevenir lesões graves e efeitos a longo prazo. Inclui o uso de antibióticos, analgésicos e repouso. Se os sintomas forem muito intensos a terapêutica pode ter que ser administrada por via endovenosa, em internamento hospitalar. Se a mulher tem um DIU, este deve ser retirado quando se inicia a terapêutica antibiótica. Em alguns casos pode ser necessária uma cirurgia para remover o tecido de fibrose ou a própria trompa. Em casos muito graves pode mesmo ser preciso remover o útero, as trompas e os ovários.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Morte Celular por Apoptose

Apoptose, ou morte celular programada, é um processo essencial para a manutenção do desenvolvimento dos seres vivos, sendo importante para eliminar células supérfluas ou defeituosas. Durante a apoptose, a célula sofre alterações morfológicas características desse tipo de morte celular. Tais alterações incluem a retração da célula, perda de aderência com a matriz extracelular e células vizinhas, condensação da cromatina, fragmentação internucleossômica do DNA e formação dos corpos apoptóticos.
O desenvolvimento e a manutenção dos organismos multicelulares dependem de uma interação entre as células que o constituem. No desenvolvimento embrionário, muitas células produzidas em excesso são levadas à morte, contribuindo para a formação dos órgãos e tecidos. Durante muito tempo, a morte celular foi considerada um processo passivo de caráter degenerativo, que ocorre em situações de lesão celular, infecção e ausência de fatores de crescimento. Como conseqüência, a célula altera a integridade da membrana plasmática, aumenta o seu volume e perde as suas funções metabólicas. Entretanto, nem todos os eventos de morte celular são processos passivos. Organismos multicelulares são capazes de induzir a morte celular programada como resposta a estímulos intracelulares ou extracelulares.
Autofagia é um processo adaptativo conservado evolutivamente e controlado geneticamente. Ela ocorrem resposta a um estresse metabólico que resulta na degradação de componentes celulares. Durante a autofagia, porções do citoplasma são encapsuladas por membrana, originando estruturas denominadas autofagossomos. Estes irão se fusionar com os lisossomos. A seguir, o conteúdo dos autofagossomos será degradado pelas hidrolases lisossomais.
Controle Genético da Apoptose
A apoptose é um programa de morte celular extremamente regulado e de grande eficiência, que requer a interação de inúmeros fatores. As alterações morfológicas observadas são conseqüência de uma cascata de eventos moleculares e bioquímicos específicos e geneticamente regulados.

Vias de Ativação da Apoptose: ligação de moléculas a receptores de membrana, agentes quimioterápicos, radiação ionizante, danos no DNA, choque térmico, deprivação de fatores de crescimento, baixa quantidade de nutrientes e níveis aumentados de espécies reativas do oxigênio.

A ativação da apoptose pode ser iniciada de duas diferentes maneiras:
via extrínseca (citoplasmática);

via intrínseca (mitocondrial).


A maioria dos tecidos sofre um constante processo de renovação celular graças ao equilíbrio entre proliferação e morte das células, caracterizada por um processo ativo de alterações morfológicas e bioquímicas, a apoptose. A apoptose é também um mecanismo de defesa, que é ativado sempre que ocorre uma invasão por agentes patogênicos, ou ainda quando o DNA for lesado. A compreensão dos mecanismos e das alterações nos componentes das vias apoptóticas e sua correlação com a ocorrência do câncer são importantes para o desenvolvimento de novas terapias e métodos de prevenção do câncer.

Envelhecimento Celular


O envelhecimento ocorre em todos os níveis celulares do organismo, sendo que cada tecido apresenta suas particularidades (CALDEIRA et al., 1989). É o resultado da danificação de moléculas, células e tecidos, os quais gradativamente perdem a capacidade de se adaptar ou de reparar um dano (NOCELLI, 2002). O envelhecimento pode ser definido como um processo deteriorativo progressivo e irreversível, característico da maioria dos sistemas e que, por ser progressivo, há uma grande probabilidade de morte, seja de uma célula, um tecido, um órgão ou mesmo de um indivíduo (ALVAREZ & JAVIER, 1999; ESBÉRARD, 1999). É um processo muito complexo, influenciado pela estrutura genética do indivíduo, estilo de vida e o meio ambiente (LEME, 2002).
O envelhecimento, processo que leva a etapa final da vida é um fenômeno analisado desde o início da história da humanidade, mas teve sua ênfase a partir da Idade Média.
O desenvolvimento do corpo ocorre a partir de uma única célula e resulta na formação de um organismo composto de milhares de células. E, durante esse desenvolvimento, os tecidos se reparam e se regeneram a todo instante, os níveis de hormônios também se alteram, de forma que alguns se mantêm e outros se reduzem, à medida que envelhecemos (ALVARENGA, 2002).
O tempo do indivíduo constitui-se a partir do tempo biológico, em que os fatores genéticos possuem papel importante no processo biológico do envelhecimento. Mesmo que a maioria dos traços genéticos seja visível, medir a idade não é algo tão simples assim por se tratar do somatório de processos fisiológicos mutáveis através da vida (CALDEIRA et al., 1989).
O envelhecimento ocorre na maioria dos casos devido a reações, tais como exposição das células e de suas organelas a radiações ionizantes, reações não-enzimáticas e também de reações enzimáticas que proporcionam a redução de O2 e de água, com conseqüente produção de espécies
reativas ao oxigênio ou também chamados de radicais livres (CALDEIRA et al., 1989). Os radicais livres são moléculas que possuem um elétron ímpar a mais, estando esse desemparelhado em sua órbita externa e que geralmente se deriva do oxigênio. São formados na mitocôndria geralmente durante a produção de energia a partir de glicose e O2 e neutralizados imediatamente pelas enzimas contidas no interior dessas.

domingo, 7 de março de 2010

NECROSE


A necrose é a morte de uma célula ou a parte de um tecido em um organismo vivo, e é a manifestação final de uma célula que sofreu lesões irreversíveis, ou seja, parada definitiva das funções orgânicas e dos processos reversíveis do metabolismo.

É uma doença causada após uma lesão corporal exposta aos seguintes fatores:

-Agentes físicos: ação mecânica, temperatura, radiação, efeitos magnéticos;

-Agentes químicos: compreendem substâncias tóxicas e não-tóxicas. Ex.: tetra cloreto de carbono, álcool, medicamentos, detergentes, fenóis etc.

-Agentes biológicos: Ex.: infecções viróticas, bacterianas ou micóticas, parasitas etc.

Vale dizer que é natural que a célula morra, para a manutenção do equilíbrio tecidual. Nesse caso, o mecanismo de morte é denominado de "apoptose" ou "morte programada".

Diante das diversas formas de manifestação da necrose, existem inúmeras classificações para os seus diferentes tipos:

Necrose por coagulação (= isquêmica): causada por isquemia do local.

Necrose por liquefação: o tecido necrótico fica limitado a uma região, geralmente cavitária, havendo a presença de grande quantidade de neutrófilos e outras células inflamatórias (os quais originam o pus).

Necrose caseosa: tecido esbranquiçado, granuloso, amolecido, com aspecto de "queijo friável".

Necrose fibrinóide: o tecido necrótico adquire uma aspecto hialino, acidofílico, semelhante a fibrina.

Necrose gangrenosa: provocada por isquemia ou por ação de microrganismo. Pode ser úmida ou seca, dependendo da quantidade de água presente.

Necrose enzimática: ocorre quando há liberação de enzimas nos tecidos; a forma mais observada é a do tipo gordurosa, principalmente no pâncreas, quando pode ocorrer liberação de lipases, as quais desintegram a gordura neutra dos adipócitos desse órgão.

Necrose hemorrágica: quando há presença de hemorragia no tecido necrosado; essa hemorragia às vezes pode complicar a eliminação do tecido necrótico pelo organismo.